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Fractura de Dedos

 

FRACTURAS DE FALANGES E METACARPIANOS

 

As fracturas de falanges (ossos dos dedos) e as fracturas dos metacarpianos (ossos da mão) são muito frequentes, atendendo à zona anatómica de maior probabilidade de traumatismos directos.

A grande complexidade anatómica adjacente que inclui vários ligamentos e tendões, determina a necessidade de tratar as fracturas com grande rigor reconstrutivo, de modo a restaurar a normal e harmoniosa mobilidade digital.

 

Objectivamente, poderemos dividir as fracturas em dois grupos: fracturas sem desvio ou fracturas com desvio

Nas fracturas sem desvio, a imobilização em posição de relaxamento ligamentar durante 3 semanas é suficiente, desde que correctamente vigiada. A rápida reabilitação com protocolos personalizados, permitem minimizar as sequelas ligamentares da imobilização prolongada.

Nas fracturas com desvio, ou com atingimento articular, é necessário cirurgia reconstrutiva. Contudo, esta deverá ser pouco agressiva e utilizar materiais de alta qualidade estrutural de modo a permitir mobilizar imediatamente as articulações e com uma lesão mínima das estruturas anatómicas adjacentes, com é o caso dos ligamentos e bainhas tendinosas.

    Os principais métodos de fixação, poderão ser parafusos e/ou placas melicas. A opção por estabilização com fios metálicos é cada vez menos utilizada, atendendo à pouca estabilidade mecanica. Assim, opção é decidida atendendo ao padrão de fractura, localização anatómica, lesões cutâneas associadas e perfil do paciente.

 

      A Clínica da Mão, fruto da experiência em Centros de referência Internacionais, segue uma abordagem onde a mini-invasibilidade e reabilitação imediata ou precoce, permite obter bons resultados, minimizando as sequelas traumáticas.

Assim iniciamos a introdução a nível Nacional, a osteossíntese / fixação mini-invasiva, de fracturas com parafusos canulados específicos, em falanges e metacarpianos desde 2013. Utilizando uma simples abordagem de 2-3 milímetros, consegue-se uma estabilidade imediata, que permite mobilizar sem restrição uma fractura complexa, tanto nas falanges como nos metacarpianos.

 

 

José Alexandre Marques, Dr.